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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Nesta quarta-feira (4), Dia Mundial do Câncer
Reações emocionais negativas servem de gatilho para o câncer

Quando as angústias não são digeridas, o corpo grita e exige uma mudança de atitude
Muito se especula sobre a influência do estado emocional no surgimento de tumores. É claro que ninguém aqui vai afirmar que qualquer tristeza ou raiva vai detonar um tumor. Mas sabemos que o estado emocional afeta profundamente o ser humano, em todos os sentidos, inclusive na possibilidade de desenvolvimento de doenças, sejam elas graves ou não , diz a psicóloga e psico-
oncologista Maria Belmira Paes de Almeida Garcia, de São José do Rio Preto, no interior paulista.
Isso porque as reações emocionais disparam a produção de uma série de substâncias que podem abalar a eficácia do sistema imune. Recentemente, uma área da Medicina, a psiconeuroimunologia ganhou força ao demonstrar a interação entre os estados emocionais e a reação física disparada por eles que pode acabar levando a alterações orgânicas. Todo sentimento e emoção sentidos precisam ser respeitados e compreendidos para não prejudicarem o corpo , diz Maria Belmira. É isso que levaria uma situação estressante a se transformar em um aviso do corpo, como uma dor de estômago. Sem dar a devida atenção, isso poderia virar algo mais sério como uma úlcera. E, se mesmo assim, as angústias não são "digeridas", entendidas, aceitas, o corpo grita, podendo surgir então o câncer , acredita a psicóloga.

É certo que o estado emocional também interfere diretamente no tratamento e na perspectiva futura. Se a pessoa não aceita seu diagnóstico, automaticamente vai rejeitar o tratamento, levando obviamente a um grande risco de fracasso. Ao contrário, se aceita e se compromete, ele pode mudar o resultado. A reação é extremamente individual, e varia em função da história de vida, do que já ouviu falar sobre a doença, sobre como encarou a doença de alguém próximo... Uma coisa é certa: é necessário encarar o problema de frente, sem se esconder dele, nem tentar disfarçá-lo. Muitas vezes o otimista demais pode achar que a realidade é fácil, e nem sempre é , frisa Maria Belmira. Claro, o câncer coloca a pessoa em uma situação limite. E carrega um estigma de morte e de sofrimento. Hoje sabemos que não é assim, que a cada dia surgem novos, modernos e menos dolorosos tratamentos, que favorecem uma maior sobrevida e muitas vezes a cura , lembra ela. A partir da experiência da vivência do diagnóstico do câncer, a pessoa pode começar a valorizar sua vida como nunca havia feito antes, passando a repensá-la, e vivê-la como se cada minuto fosse o único sem significar que seja o último. [http://minhavida.uol.com.br/MostraMateriaSaude.vxlpub?codMateria=1454]






Simba, um pequeno filhote de leão de quatro meses, é o mais novo morador do zôo de St. Petersburg. [http://noticias.terra.com.br/ciencia/galerias/0,,EI238-OI82506,00.html

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Ilusão de óptica


Fixe os olhos no ponto e afaste e aproxime a cabeça da tela.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Sedentarismo acelera o envelhecimento

Da BBC Brasil

Um estudo conduzido por pesquisadores britânicos aponta que levar uma vida sedentária pode acelerar o processo do envelhecimento.
A equipe de especialistas do King's College, em Londres, pesquisou 2.401 gêmeos e observou que os que eram fisicamente ativos durante seu tempo de lazer eram também "biologicamente mais jovens" do que os que não se exercitavam.
O estudo, publicado na revista especializada "Archives of Internal Medicine", aplicou um questionário sobre o estilo de vida dos participantes e retirou amostras de sangue para fazer uma análise do DNA de cada um.
Os pesquisadores identificaram que os telômeros - seqüências de proteína encontradas nas extremidades do DNA - tinham menor tamanho entre os gêmeos sedentários.
Os cientistas esclarecem que os telômeros oferecem proteção às células, mas conforme as pessoas vão envelhecendo, eles vão naturalmente diminuindo de tamanho, deixando-as mais vulneráveis a danos e à morte.
Estresse
Ao examinar células sangüíneas do sistema imunológico, os pesquisadores observaram que os telômeros perdem, em média, 21 de seus componentes - os nucleotídeos - por ano.
E concluíram que os telômeros dos mais sedentários tinham 200 nucleotídeos a menos, o que significa uma redução do seu comprimento.
Os mais ativos tinham telômeros de tamanho equivalente ao dos sedentários até dez anos mais jovens, apontou o estudo.
"Os resultados sugerem que adultos que se envolvem em atividades físicas regularmente são biologicamente mais jovens do que os sedentários", afirmam os especialistas.
Os pesquisadores ainda sugerem que pessoas sedentárias podem estar mais vulneráveis a danos celulares por diversos fatores, entre eles o estresse, que teria um impacto direto no tamanho dos telômeros.
E os exercícios físicos, afirmam, poderia ser uma boa arma no combate aos níveis de estresse. "O estudo transmite a mensagem que poderia ser usada por médicos ao promoverem o efeito potencial dos execícios físicos para retardar o envelhecimento", dizem.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Ilusões móveis

Allergen: uma rápida olhada e os circulos vermelhos e amarelos começarão a rodar.

Ao “enganar neurônios” especializados em detectar estímulos que se deslocam, certas imagens nos fazem perceber movimento onde ele não existe